Pilates Posturall
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
CORPO BONITO E SAUDÁVEL EM POUCO TEMPO
O verão já está aí, e, se bateu aquele arrependimento por não ter se preparado durante as outras estações, saiba que ainda dá tempo. Então, que tal estar em forma para o carnaval? Uma boa alternativa para as mulheres que querem ficar com o corpo bonito e saudável em pouco tempo é associar técnicas como pilates, plataforma vibratória, radiofrequência e manthus. Conheça um pouco essas técnicas e a finalidade de cada uma delas.
Pilates: promove fortalecimento muscular e consciência corporal. É um método de condicionamento físico criado na Alemanha por Joseph Pilates. O exercício é realizado no solo, com bolas, ou em aparelhos com estruturas de madeira e metal, com molas e tiras de couro. Os músculos são trabalhados duplamente, ou seja, são tonificados e alongados ao mesmo tempo, mas dentro do limite de cada praticante. Transformar o corpo, obter fortalecimento muscular, equilíbrio, consciência corporal e correção postural são alguns dos benefícios dos praticantes do pilates.
Plataforma Vibratória: proporciona resultados rápidos para garantir um corpo perfeito. A plataforma vibratória permite exercitar todas as partes do corpo de forma muito mais eficiente. Acompanhado de um profissional, trinta minutos de exercícios realizados na plataforma vibratória equivalem a duas horas de academia. É indicada para combater a celulite, aumentar a circulação sanguínea em até 70%, estimular o sistema neurológico e melhorar a flexibilidade. Em um treino convencional de musculação, o recrutamento de fibras musculares é de 50 a 80% do total, já com a plataforma vibratória é possível recrutar até 90% das fibras musculares.
Radiofrequência: ajuda a diminuir a flacidez da pele. Há pouco tempo, os tratamentos existentes para eliminar a gordura localizada deixavam a superfície da pele flácida, efeito semelhante ao que ocorre após uma dieta de emagrecimento. Para tratar esse problema e obter uma pele com aspecto liso e tonificado, surgiu uma novidade aliada à tecnologia: a radiofrequência. Esse tratamento consiste na emissão de uma onda de rádio que atua em profundidade, fazendo aquecer os tecidos de sustentação da pele.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Curiosidades:
Boa notícia: 15min de exercício aumenta sua expectativa de vida.
Um trabalho publicado no periódico The Lancet este mês, apresenta evidências que meros 15 minutos de exercícios leves/moderados por dia podem reduzir o risco de morte e aumentar a expectativa de vida de pessoas sedentárias. Este estudo incluiu 416.175 pessoas de Taiwan com mais de 20 anos de idade.
Autores compararam indivíduos classificados como inativos, o grupo de pouca atividade, ou seja: os que se exercitavam em média 92 minutos por semana (cerca de 15 minutos por dia), tiveram o risco de morte reduzido em 14%, e de morte por câncer em 10%, além de uma expectativa de vida três anos maior. Cada adicional de 15 minutos de exercícios diários além da quantidade mínima de 15 minutos por dia reduziu ainda mais o risco de morte em 4% e morte por câncer em 1%. Esses benefícios eram aplicáveis a todas as faixas etárias e ambos os sexos, e também para aqueles com os riscos de doenças cardíacas.
Má notícia: assistir muita TV encurta sua vida.
Coincidentemente, outro trabalho sobre hábitos que podem aumentar (ou diminuir) sua expectativa de vida foi publicado no British Journal of Sports Medicine, intitulado “Television viewing time and reduced life expectancy: a life table analysis” cujos resultados sugerem que pessoas que assitem TV 6 horas por dia podem viver 4,8 anos a menos do que aqueles que não assistem. E os autores concluem que o impacto do hábito de assistir TV sobre a expectativa de vida pode ser comparável ao de fatores de risco para doenças crônicas.
Muito bem: Pouco é melhor que nada, porém quanto mais melhor. Já que se exercitar faz bem, porque se contentar com míseros 3 anos de vida a mais? Toma vergonha na cara e faz logo 1 hora de esteira, 50 abdominais, entra na aula de pilates, e vê se aumenta esta expectativa de vida em pelo menos 30 anos ou mais.
- E caso você esteja pensando que falar é fácil, difícil é arrumar tempo pra se exercitar, espero que o cartoon abaixo sirva como motivação.
O que se encaixa melhor em sua agenda lotada:
Fazer exercícios uma hora por dia ou estar morto 24 horas por dia?
Pesquisas retiradas do site: fisioterapiahumberto.blogspot.com
Até uma próxima.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
A força do pilates. Fonte: Rachel Costa - ISTOÉ - Edição 2186 - 30/09/2011
O método começa a ser indicado por médicos e ganha espaço dentro dos hospitais para auxiliar na recuperação de males como dor, câncer e doenças neurológicas.
No mundo do fitness, a explosão de novas modalidades é uma constante. Mas, normalmente, com a mesma velocidade com que surgem, elas desaparecem após poucos meses. Quando resistem, tornam-se aqueles fenômenos que mudam a história da malhação e a maneira como enxergamos a atividade física. Foi assim com o surgimento da aeróbica, com a expansão da musculação e assim está sendo com o Pilates. Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método rapidamente caiu no gosto dos bailarinos, que o usavam como complemento ao treino. Mas foi só a partir da década de 90 que se popularizou, atraindo milhares de adeptos em todo o mundo e tornando-se a maior revolução do fitness dos últimos anos. Só nos Estados Unidos, primeiro país a receber um estúdio com aulas da modalidade (ministradas pelo próprio Pilates em Nova York), estima-se que cerca de dez milhões de pessoas o pratiquem. No Brasil, não há dados precisos, mas o crescimento pode ser observado pela grande quantidade de estúdios e de pessoas que se confessam fãs do Pilates. “A rápida percepção dos resultados incentiva cada vez mais gente a aderir à técnica”, analisa a fisioterapeuta Solaine Perini, presidente da Associação Brasileira de Pilates. “Isso faz dele o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo.”
As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? “Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo”, considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. “O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente”, diz. “Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”, completa.
As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? “Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo”, considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. “O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente”, diz. “Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”, completa.
A abrangência das lições deixadas por Pilates chama mesmo a atenção. Vem de uma preocupação constante que guiou o seu trabalho: imprimir ciência à técnica. Toda a metodologia de Pilates parte do conceito de “centro de força” (ou power house). O termo, por ele criado, define a região central do corpo humano. “São os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome”, diz Aline Haas, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e instrutora certificada pela Pilates Method Alliance, dos Estados Unidos. “Eles são os flexores e extensores da coluna e do quadril e estão na musculatura profunda da pelve.” De acordo com os princípios preconizados por Pilates, fortalecer essa região é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.
Ao compreender o trabalho muscular realizado durante os movimentos, Pilates criou exercícios e aparelhos capazes de estimular os músculos, inclusive os mais profundos e em geral pouco acionados no cotidiano. Os resultados são tão impressionantes que têm ocupado o tempo dos cientistas. Parte deles está especialmente interessada em levantar mais do que transformações corporais que o método pode proporcionar. Querem conhecer as suas possíveis indicações terapêuticas.
E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica.
E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica.
Corrobora com o trabalho italiano a revisão proposta pelo fisioterapeuta Edward Lim, do Hospital Geral de Cingapura – a primeira sobre o tema. Lim reuniu sete pesquisas de diversas partes do mundo. Todas sobre o efeito do Pilates em pacientes com dores na parte inferior da coluna. A conclusão: o método é realmente válido para tratar o problema. “Mas os exercícios precisam ser estruturados para atender aos variados quadros clínicos dos pacientes”, disse Lim à ISTOÉ.
Como o que ocorre com a dor lombar, o uso da técnica para casos de fibromialgia também vem ganhando respaldo científico. Em especial após a divulgação dos primeiros resultados de uma pesquisa realizada na Universidade de Uludag, na Turquia. A equipe acompanhou 50 voluntárias durante 12 semanas. Divididas em dois grupos, metade das mulheres frequentou aulas de Pilates e as demais foram orientadas a praticar exercícios de relaxamento e alongamento em casa. Enquanto o primeiro grupo relatou melhoras significativas na dor, o segundo teve alterações positivas bem pequenas.
As comprovações têm encorajado médicos a indicar a técnica a seus pacientes. “É um recurso muito útil, em especial nos casos de dor nas costas sem causa específica”, afirma o traumatologista e ortopedista Alberto Mendes, de São Paulo. “Além do alongamento e do equilíbrio postural, o Pilates faz um trabalho de fortalecimento muscular muito positivo, pois ajuda na sustentação da coluna”, diz o médico. O reconhecimento da importância do método também pode ser medido por sua incorporação pela fisioterapia. “Temos uma resolução que ampara o fisioterapeuta no uso do Pilates como recurso terapêutico”, diz Wiron Correia Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Fisioterapia.
A chave para entender esses benefícios está em um dos fundamentos preconizados pelo alemão Pilates: o equilíbrio. “Quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução da dor”, explica Osvandré Lech, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia, que também indica o método. Pessoas em busca de redução da dor já formam um grupo comum nos estúdios. “Em 80% dos casos, nossos alunos vêm com esse objetivo”, conta Juliana Takiishi, coordenadora de Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, em São Paulo. Parte deles chega às aulas por conta própria. A outra, por recomendação médica.
A chave para entender esses benefícios está em um dos fundamentos preconizados pelo alemão Pilates: o equilíbrio. “Quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução da dor”, explica Osvandré Lech, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia, que também indica o método. Pessoas em busca de redução da dor já formam um grupo comum nos estúdios. “Em 80% dos casos, nossos alunos vêm com esse objetivo”, conta Juliana Takiishi, coordenadora de Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, em São Paulo. Parte deles chega às aulas por conta própria. A outra, por recomendação médica.
O fluxo de pacientes dos consultórios para os estúdios tem inspirado outra tendência: a oferta de Pilates dentro dos próprios hospitais. Na Clínica Mayo, centro de referência médica mundial, localizada nos Estados Unidos, o interesse nos benefícios que a técnica pode oferecer a pessoas doentes é tão grande que a instituição está realizando uma pesquisa para delinear melhor os ganhos obtidos. “Há um grande número de pessoas que tiveram câncer aderindo ao método”, informa a médica Daniela Stan, da instituição americana. A pesquisadora está concluindo um estudo com 15 mulheres, previsto para ser publicado no início de 2012. Durante três meses, as voluntárias participaram de aulas na instituição sob os olhos atentos de Daniela. “Há melhoria dos movimentos no lado do corpo afetado pela doença, assim como maior flexibilidade”, disse à ISTOÉ. “Também notamos melhora no humor e na satisfação com o corpo.”
Outra instituição a oferecer aulas é o prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos. Por lá, pacientes que têm ou tiveram tumor de mama podem usufruir de uma aula por semana, indicada para ajudar no controle dos sintomas, como dor e fadiga. Na Suny Upstate Medical University, em Siracusa (EUA), as indicações são mais amplas. “Usamos para ajudar na reabilitação de pessoas com problemas músculo-esqueléticos”, contou à ISTOÉ Karen Kemmis, fisiologista do exercício e responsável pelo serviço. “Se alguém, por exemplo, sofre com dor no ombro e minha avaliação mostra que essa pessoa não tem um bom controle do movimento nessa região, usamos o Pilates para melhorar os padrões de movimento, prevenindo a ocorrência de mais prejuízos na área”, explicou.
No centro americano, o método é utilizado ainda para auxiliar na reabilitação de portadores de doenças neurológicas. “Entre eles estão indivíduos com doença de Parkinson e que sofreram acidente vascular cerebral”, contou Karen. Nesses casos, além de contribuir para a melhora de movimentos prejudicados, estimula a habilidade de concentração.
A tendência de implementar estúdios em hospitais já começa a ser vista também por aqui. Exemplos são os hospitais Brasil, Integrante da Rede D’Or, e Albert Einstein, ambos em São Paulo. “Usamos como continuidade do tratamento ortopédico em pacientes que tiveram alta”, explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, do Albert Einstein.
A instituição atende em média 20 pessoas por mês. “É uma atividade segura, que preserva bastante as articulações”, acrescenta Simone. A equipe responsável pelas aulas é formada apenas por fisioterapeutas. E o cuidado é intenso. “O médico nos manda uma carta dizendo o que o paciente tem, o que ele não pode fazer e quais objetivos devem ser atingidos”, diz a fisioterapeuta Marta Cordeiro Pereira, do Hospital Brasil. No Rio de Janeiro, a técnica está na lista das atividades sugeridas pela Clínica Cardiomex, coordenada por médicos especializados em medicina do esporte e cardiologia. “Entre outros benefícios, o Pilates reduz o estresse”, diz a cardiologista Isa Bragança.
Outra instituição a oferecer aulas é o prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos. Por lá, pacientes que têm ou tiveram tumor de mama podem usufruir de uma aula por semana, indicada para ajudar no controle dos sintomas, como dor e fadiga. Na Suny Upstate Medical University, em Siracusa (EUA), as indicações são mais amplas. “Usamos para ajudar na reabilitação de pessoas com problemas músculo-esqueléticos”, contou à ISTOÉ Karen Kemmis, fisiologista do exercício e responsável pelo serviço. “Se alguém, por exemplo, sofre com dor no ombro e minha avaliação mostra que essa pessoa não tem um bom controle do movimento nessa região, usamos o Pilates para melhorar os padrões de movimento, prevenindo a ocorrência de mais prejuízos na área”, explicou.
No centro americano, o método é utilizado ainda para auxiliar na reabilitação de portadores de doenças neurológicas. “Entre eles estão indivíduos com doença de Parkinson e que sofreram acidente vascular cerebral”, contou Karen. Nesses casos, além de contribuir para a melhora de movimentos prejudicados, estimula a habilidade de concentração.
A tendência de implementar estúdios em hospitais já começa a ser vista também por aqui. Exemplos são os hospitais Brasil, Integrante da Rede D’Or, e Albert Einstein, ambos em São Paulo. “Usamos como continuidade do tratamento ortopédico em pacientes que tiveram alta”, explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, do Albert Einstein.
A instituição atende em média 20 pessoas por mês. “É uma atividade segura, que preserva bastante as articulações”, acrescenta Simone. A equipe responsável pelas aulas é formada apenas por fisioterapeutas. E o cuidado é intenso. “O médico nos manda uma carta dizendo o que o paciente tem, o que ele não pode fazer e quais objetivos devem ser atingidos”, diz a fisioterapeuta Marta Cordeiro Pereira, do Hospital Brasil. No Rio de Janeiro, a técnica está na lista das atividades sugeridas pela Clínica Cardiomex, coordenada por médicos especializados em medicina do esporte e cardiologia. “Entre outros benefícios, o Pilates reduz o estresse”, diz a cardiologista Isa Bragança.
Mas não só o uso clínico do método tem merecido atenção dos cientistas. Responder a perguntas ainda não esclarecidas na área do fitness também é objeto frequente das pesquisas. Quem busca o Pilates apenas como uma forma de malhação vê na prática um modo de ganhar força e flexibilidade. E, claro, melhorar a definição da área abdominal. Mas será que isso pode mesmo ser atingido? De acordo com os pesquisadores que têm se dedicado a estudar a prática, sim. E a boa notícia é que os resultados aparecem pouco depois das primeiras aulas. Foi a conclusão à qual chegaram pesquisadores do Centro de Saúde da Turquia. Ao acompanhar um grupo de 38 mulheres sedentárias, eles perceberam que cinco semanas após o início das aulas o corpo já respondia aos estímulos dados pelos exercícios. Nas 21 voluntárias submetidas à técnica houve aumento da força nos músculos abdominais e melhora na flexibilidade. Pesquisa semelhante realizada na Universidade do Estado do Colorado (EUA) constatou esses mesmos ganhos entre voluntários de meia-idade. “E os benefícios foram percebidos com a prática de exercícios de intensidade relativamente baixa, que podem ser realizados sem aparelhos”, anotou no estudo June Kloubec, coordenadora do trabalho.
Mas há o outro lado da moeda. Após testes realizados para o Colégio Americano de Medicina do Esporte pela pesquisadora Michele Olson, da Universidade de Auburn, no Alabama (EUA), acendeu-se o alerta vermelho para a crença de que o Pilates pode ser usado como método de emagrecimento por si só. O que Michele constatou foi que a queima calórica das aulas da modalidade é baixa. No nível básico, uma hora de Pilates equivale a menos de 200 calorias. “Pilates é um treino de força e resistência”, disse Michele à ISTOÉ. “Se a pessoa quer queimar calorias, o melhor é praticar corrida ou spinning”, acrescentou. Isso não significa dizer, porém, que é preciso trocar o estúdio pelo tênis. O Pilates pode ajudar a emagrecer. “Ao começar a praticar, o aluno percebe mudanças positivas no corpo, como força, alinhamento postural, menos dores”, diz a fisioterapeuta Kátia Pinho, do Studio Airmid, de São Paulo. “Sua autoestima aumenta muito, o que é fundamental para iniciar um programa de emagrecimento.”
Além disso, ele contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Na prática, quer dizer que ganhar músculos (e para isso o Pilates é muito válido) aumenta a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura. Mais uma das qualidades do Pilates.
Mas há o outro lado da moeda. Após testes realizados para o Colégio Americano de Medicina do Esporte pela pesquisadora Michele Olson, da Universidade de Auburn, no Alabama (EUA), acendeu-se o alerta vermelho para a crença de que o Pilates pode ser usado como método de emagrecimento por si só. O que Michele constatou foi que a queima calórica das aulas da modalidade é baixa. No nível básico, uma hora de Pilates equivale a menos de 200 calorias. “Pilates é um treino de força e resistência”, disse Michele à ISTOÉ. “Se a pessoa quer queimar calorias, o melhor é praticar corrida ou spinning”, acrescentou. Isso não significa dizer, porém, que é preciso trocar o estúdio pelo tênis. O Pilates pode ajudar a emagrecer. “Ao começar a praticar, o aluno percebe mudanças positivas no corpo, como força, alinhamento postural, menos dores”, diz a fisioterapeuta Kátia Pinho, do Studio Airmid, de São Paulo. “Sua autoestima aumenta muito, o que é fundamental para iniciar um programa de emagrecimento.”
Além disso, ele contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Na prática, quer dizer que ganhar músculos (e para isso o Pilates é muito válido) aumenta a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura. Mais uma das qualidades do Pilates.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Superatletas!
Pilates e Ioga no esporte. By Revista Pilates: http://www.revistapilates.com.br/
Pilates e Yoga no esporte
September 20th, 2011 by Revista Pilates Nenhum comentário »Por Josie
Ryan Giggs, David Beckham (futebol), Andy Murray, Maria Sharapova (tênis), Vinjay Singh, Annika Sorenstam, Tiger Woods, grande Seve Ballesteros (golfe), Kareem Abdul-Jabar e Le Bron James (NBA), Nova Zelândia All Blacks (rugby), Carl Lewis (atletismo), Andrew Flintoff (Cricket), Matthew Pinsent, James Cracknell (Remo).
Tiger Woods/Imagem: Internet
Nova Zelândia All Blacks/Foto: Rogan Ward Reuters
Andrew Flintoff/Foto: Andrew Flintoff Mohali Wallpapers
David Beckham/Foto Mail Online
Fonte: yogapilatesabudhabi.com
Ryan Giggs, David Beckham (futebol), Andy Murray, Maria Sharapova (tênis), Vinjay Singh, Annika Sorenstam, Tiger Woods, grande Seve Ballesteros (golfe), Kareem Abdul-Jabar e Le Bron James (NBA), Nova Zelândia All Blacks (rugby), Carl Lewis (atletismo), Andrew Flintoff (Cricket), Matthew Pinsent, James Cracknell (Remo).
Tiger Woods/Imagem: InternetPilates aumenta a mobilidade que vai ajudar o seu swing.
O que todos os acima têm em comum? Todos eles(as) praticam Pilates ou Yoga, para melhorar suas proezas esportivas. Estas duas disciplinas são agora incorporadas ao treinamento de cada atleta de classe mundial e com razão, veja abaixo alguns motivos :
. Para chegar ao topo e permanecer nele é exigído foco e uma atitude positiva. A capacidade de bloquear todas as distrações durante a competição, deixando de ir para uma derrota e abraçar o próximo desafio livre de pensamento negativo. Isso te levará a uma melhor performance.
. A maioria dos esportes criam desequilíbrios musculares que podem levar a lesões durante o jogo ou mais tarde na vida. Ambos Pilates e Yoga trabalham na redução destes desequilíbrios, para que todo o corpo possa trabalhar em harmonia e dividir a carga de trabalho.
. Melhorar a força do núcleo não vai só melhorar o equilíbrio, mas vai ajudar a proteger a coluna de possíveis lesões. Pense a tensão sobre o corpo de alguns dos esportes mais agressivos ou no ponto de impacto. Construção de um núcleo forte irá proteger o atleta. Ambas as disciplinas fortalecem todos os músculos do corpo indo até os pulsos e pés, assim todas as articulações estarão protegidas.
Nova Zelândia All Blacks/Foto: Rogan Ward ReutersPilates e Yoga são usados no Rugby para ajudar na recuperação de lesões.
. A maioria dos esportes exigem força, mas é vital equilibrar isso com flexibilidade e mobilidade para evitar lesões e maximizar as sucessões de movimento. E também pode reduzir a dor muscular.
. Respiração eficiente é necessária para obter o oxigênio para os músculos, assim fornecendo-lhes energia, mas o controle da respiração é uma ferramenta extremamente eficaz para liberar o poder no ponto de contato. É um erro comum prender a respiração ao invés de respirar de forma contínua. Ela também tem um efeito calmante, muito útil no golfe por exemplo.
Andrew Flintoff/Foto: Andrew Flintoff Mohali WallpapersPilates tem ajudado cricketers se recuperar de problemas após lesões.
. Através da prática regular de Pilates e Yoga adquirimos consciência corporal. Isso nos faz familiarizar e aceitar as nossas limitações. Isso pode ajudar a empurrar-nos muito longe. Um esportista não é útil e deixa sua equipe desfalcada quando está lesionado.
. Disciplina é a chave para ficar no topo de seu jogo: dieta, sono, formação e a prática. Através dos aspectos meditativo de Yoga (em particular) e Pilates , aprendemos a respeitar nossos corpos e a nossa saúde.
David Beckham/Foto Mail OnlineUm núcleo forte ajuda com equilíbrio.
” Vindo do meio fitness, levei muito tempo para perceber os benefícios de uma forma de exercício que não me deixou sentindo náuseas, ” quebrada ” e mal conseguia andar no dia seguinte. Pilates e Yoga podem ser um desafio físico e mental, e os benefícios são muitos. Eu recomendo que você experimente e se comprometa por três meses para começar a sentir e ver as melhorias. Você não vai se arrepender “. diz JosieFonte: yogapilatesabudhabi.com
domingo, 18 de setembro de 2011
Pilates e Boxe
| 8 th Avenida - Localizaca do Primeiro Esutido de Pilates dos EUA |
| Os super atletas Marquinhos e Felipe no Treinamento Funcional do Pilates! |
Quando era adolescente, limpava o jardim de um vizinho que possuía uma biblioteca, em troca de desfrutar dela. Devido a uma saúde fraca na infância e à sede de conhecimentos, tornou-se autodidata aprofundando seus conhecimentos em anatomia, física, biologia, fisiologia e medicina tradicional chinesa. O Método teve influência desde o yoga, artes marciais ao estudo do movimento dos animais.
Em 1912, aos 32 anos de idade, este jovem alemão ensinou seu corpo a executar movimentos de boxe, onde trabalhou como instrutor de defesa pessoal da polícia civil inglesa (Scotland Yard) e artista de circo.
Pilates e seu irmão juntaram-se a uma companhia de circo que realizou uma turnê por Londres quando eclodiu a Primeira Guerra Mundial (1914), foi recluso no campo de concentração de Lancaster, por ser considerado inimigo estrangeiro. Todos os componentes da trupe foram confinados em um campo de prisioneiros, com outros compatriotas na ilha de Man. Nesse período atuou com enfermeiro e desenvolveu exercícios para manter a si e aos companheiros saudáveis. Usou as camas hospitalares e outros artefatos (cintos, lastros e molas) para fortalecer enfermos que ainda permaneciam deitados nas camas, onde iniciou o desenvolvimento dos primeiros protótipos dos aparelhos hoje conhecidos.
Em 1918 houve uma epidemia do vírus Influenza (gripe espanhola) dizimando milhares de ingleses e nenhum dos internos (enfermos) sob seu treinamento foram infectados. Anos depois, Pilates atribuiu a sobrevivência dos prisioneiros à epidemia a execução dos exercícios, beneficiando sua saúde, embora não existissem comprovações científicas na época.
Finalizado a guerra, retornou à Alemanha, onde continuou a desenvolver seu método, em primeiro lugar chamou atenção dos membros do mundo da dança, Rudolf Von Laban, que incorporou princípios de Pilates à sua técnica corporal, por existir um "vazio" existente nas peças de teatro e dança, buscando movimentos mais espontâneos e conscientes. Também recorreram a ele atletas inclusive o campeão de boxe dos pesos pesados, Max Schmeling. Mas, quando foi convocado pelo governo Guilherme II (rei da Prússia) para treinar a força policial da cidade de Hamburgo,resolveu sair do país e escolheu imigrar para os Estados Unidos.
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